A centenária Festa de São Francisco de Assis, realizada na comunidade da Ponte Alta, entre Chapada dos Guimarães e Campo Verde, tornou-se Patrimônio Imaterial através da Lei nº 13.510 de 2026, de autoria do deputado Júlio Campos, que participou das festividades da comunidade da Ponte Alta, neste sábado (5), comemorando com os festeiros a aprovação da sua proposta.
Com a legislação, a tradicional festividade de Chapada dos Guimarães também ganhou direito a receber recursos do governo e foi incluída no Calendário Oficial de Mato Grosso.
Durante visita à comunidade da Ponte Alta, o deputado Júlio Campos, conferiu de perto as festividades e explicou o impacto prático deste reconhecimento para os moradores e para o turismo local.
“Significa que essa festa de mais de cem anos vai entrar no calendário oficial do turismo e da cultura mato-grossense. A partir de agora, seus organizadores podem receber recursos do governo municipal e estadual para a sua realização”, destacou o parlamentar.
Celebrada há mais de um século no início de outubro, a festa une os fiéis com cavalgadas, rituais e danças tradicionais como siriri e cururu. Com a nova lei, a secretaria de estado de Cultura também ganha respaldo para apoiar o evento.
Apoio à cultura mato-grossense
Júlio Campos é um dos deputados que mais luta pelas tradições mato-grossenses. Além de propor mais de cinco projetos de Lei para proteger nossas tradições, como a Cavalhada de Poconé e a Festa de São Francisco da Ponte Alta, o parlamentar também destinou R$ 1,7 milhão em emendas para o Festival Estadual de Cultura Popular de Mato Grosso, evento de quatro dias voltado a artistas regionais e economia criativa com público estimado em até 10 mil pessoas.
“Um povo sem cultura é um povo sem alma. Nossa singularidade regional está viva nessas festas que a população tanto se empenha em seguir realizando.”, afirma Júlio Campos.



