
Em resposta, Abilio Brunini e Flávia Moretti defenderam o bolsonarismo; prefeito de Cuiabá ainda ironizou citando a proximidade do deputado com ministro de Lula
O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) defendeu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu grupo político trabalhem o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para as eleições presidenciais, diante do cerco fechado contra o ex-mandatário. Neste cenário, Júlio reforçou que, no âmbito nacional, o União Brasil é parceiro das agremiações de direita e de sua parte, considera-se muito mais raiz do que algumas novas lideranças que tentam se apossar deste título para ganhar votos.
Em Mato Grosso, o recado foi endereçado aos prefeitos de Várzea Grande, Flávia Moretti, e de Cuiabá, Abilio Brunini, ambos do PL, que se declaram “bolsonaristas raiz”, defensores do bolsonarismo e legítimos representantes da direita. Para o deputado, a nova turma da política precisa respeitar os mais antigos.”A nível nacional, nós somos aliados. Eu nunca escondi meu posicionamento de ser um homem de direita. Aliás, essa fofoca de Abilio, Flávia e outros recém-entrados na política que falam ser de direita, direita raiz. Quem é direita raiz somos nós. No tempo do regime militar, que fomos do PDS, do PFL, do Democratas e agora o União Brasil. Então, nós somos direita. Agora esse pessoal recém-chegado, bebê, com cueiro ainda, usando fralda, acha que é dono”, disparou.Em resposta, Flávia, aos risos, retrucou a declaração dada pelo deputado, que também se coloca como bolsonarista. Ela rejeitou as críticas e também alfinetou o parlamentar: “Se com 50 anos eu não saí das fraldas, o que que vai acontecer, né? Mas idoso também usa fraldas. Então, desculpa, cada um tem a sua opinião. Eu sou de direita, eu e o Tião da Zaeli somos liberalistas, e nós seguimos a ideologia do nosso partido”.

Já Abilio se mostrou surpreso com a declaração de Júlio ao se considerar de direita, relembrando a proximidade do deputado com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), que abriu palanque para o presidente Lula (PT) em Mato Grosso, nas eleições de 2022. “Ele é de direita? Não era ele e o Jayme que estavam na festa do Lula junto com o Fávaro assim que acabou o segundo turno?”, ironizou o gestor.
Fonte: RD NEWS

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou na sessão desta quarta-feira (11) um substitutivo integral ao projeto de lei que a regulamenta as operações de crédito consignado para servidores públicos estaduais. Segundo o deputado estadual Júlio Campos (UNIÃO), o novo texto foi aprovado em consenso pelos deputados que sugeriram propostas para melhorias do texto.
De autoria do governo do Estado, a proposta revoga o Decreto nº 691/2016, em vigor desde agestão do então governador Pedro Taques, e altera o modelo atualmente utilizado paracontratação e controle dos consignados em Mato Grosso.
O governador em exercício Otaviano Pivetta (Republicanos) levou a proposta pessoalmente aosdeputados, que aprovaram o texto com algumas modificações, incluídas em um substitutivointegral. O projeto é resultado de articulações entre o Executivo, o Tribunal de Contas doEstado (TCE), a Assembleia Legislativa, o Ministério Público e outros órgãos de controle.
“Nós fizemos o substitutivo integral ouvindo o deputado Lúdio Cabral, o deputado WilsonSantos, a deputada Janaina Riva, enfim, todos os deputados que tinham algumas dificuldadesde aprovar o projeto que veio do Palácio Paiaguás”, disse Júlio.
“Nós nos reunimos e decidimos fazer algumas mudanças, melhorando a qualidade desseprojeto. Portanto, houve um consenso, tanto que não houve nenhum pedido de vista, como éde praxe”, completou.
Segundo Júlio, uma das preocupações da Assembleia é com relação à comissão que está quevai analisar caso a caso, caso haja representação dos servidores. “Porque o que ocorre? Foiaberto pela CGE, pela Comissão Especial, a possibilidade de apresentar 300 convocados comreclamações, mas apenas 19 compareceram. E desses 19, apenas um deles foi constatadoabuso. Então para não generalizar essa comissão vai funcionar e a partir de agora está brecadotudo isso”.
Fonte: Olhar Direto
O deputado estadual se pronunciou sobre o tema na reunião da Comissão de Segurança Pública, nesta terça-feira (12)
O vice-presidente da Assembleia Legislativa afirmou que irá propor ações que fortaleçam a punição dos responsáveis legais, pais e familiares que exporem menores e crianças de forma indevida nas redes sociais.
Durante a reunião da Comissão de Segurança Pública, nesta terça-feira (12), o deputado Júlio Campos também defendeu a urgência de campanhas de conscientização sobre as consequências e impactos da “adultização” de crianças e adolescentes.
“É necessário criarmos leis e políticas públicas que protejam as crianças dos crimes que ocorrem no ambiente digital. Precisamos fazer leis mais duras para proibir essa prática. Todo Brasil está debatendo esse assunto que é a exposição das crianças com sexualidade absurdamente inadequada para o desenvolvimento natural”, afirmou Júlio Campos durante a reunião.
O deputado relembrou da importância de se envolver os cuidadores nesse debate. “E é preciso advertir que um dos grandes responsáveis por essa prática são os pais. Os responsáveis também devem se conscientizar da importância de monitorarem o que filhos, sobrinhos e netos estão vendo na internet. Muitos entregam o seu celular nas mãos de crianças para que estas usem toda as mídias sociais sem controle. A família também é responsável. Precisamos convocar as escolas para fazer essa educação digital tanto dos pais quanto das crianças”, afirma Júlio Campos.
O debate sobre a “adultização” das crianças ganhou força após denúncias do youtuber Felipe Bressanim Pereira, o Felca. Em um vídeo de 50 minutos, com mais de 32 milhões de visualizações, Felipe Bressanim faz um compilado de denúncias sobre o abuso da imagem de crianças e como o algoritmo funciona para divulgar esse tipo de conteúdo.
Denúncias de exposição de crianças e adolescentes na internet estão entre os cinco tipos de violações mais denunciados ao Disque 100 (criado para denuncia de violações de Direitos Humanos). Um levantamento da Norton Cyber Security sobre esse tipo de violência, inclui casos de pedofilia, cyberbullying e pornografia infantil. Desde 2017, o Brasil se tornou o segundo país com o maior número de casos de crimes cibernéticos. A situação, envolvendo cerca de 62 milhões de pessoas, gerou prejuízos de aproximadamente 22 bi.
A Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa (ALMT) aprovou, nesta terça-feira (12) durante a quarta reunião ordinária, o Projeto de Lei 739/2025 que proíbe a emissão de licenças ou alvarás para eventos e shows que promovam a sexualização inadequada de crianças e adolescentes em território mato-grossenses. Além dessa proposta, os deputados aprovaram mais oito matérias que estavam na pauta.
*Por Júlio José de Campos, deputado e vice-presidente da ALMT
Os deputados estaduais definem nesta quarta-feira, 8 de fevereiro, os membros que ocuparão as comissões permanentes da Assembleia Legislativa. A “briga” é pelos principais cargos nas comissões mais importantes: Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO).
Júlio Campos (União) disse que será formado um bloco majoritário com parlamentares da base do governador Mauro Mendes (União). Ele comentou que esse grupo defende sua presença na CCJR como presidente.
“Falam no meu nome para ser membro ou presidente talvez da Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ, falam também que poderia ir para Comissão de Relações Internacionais… vamos aguardar, eu não estou preocupado muito, vou aguardar a reunião da nossa bancada, do nosso bloco para decidir quem vai, para que lugar vai e qual será a nossa missão”, disse à rádio ALMT.
Os partidos que possuem as maiores bancadas – MDB, PSB e União Brasil – devem ficar com os cargos principais das comissões. As demais siglas com um ou dois deputados devem ocupar as cadeiras de membros.
A definição será realizada no Colégio de Líderes antes da sessão ordinária de quarta-feira.
Segundo o regimento interno, os blocos são representações de dois ou mais partidos e devem ter, no mínimo, um sexto da composição da Assembleia, ou seja, quatro integrantes. Uma das principais funções do grupo é a indicação de nomes para compor as comissões.
No Legislativo há 16 comissões. Todos os projetos que tramitam no Legislativo passam pelo crivo da CCJ, que analisa os aspectos constitucional, legal, jurídico e regimental sobre as propostas. Já a CFAEO examina as proposituras que tratam sobre orçamento.
Na semana passada, o deputado Wilson Santos (PSD) anunciou a formação do bloco “Experiência e Trabalho”, composta por Diego Guimarães (Republicanos), Lúdio Cabral (PT), Nininho (PSD), Valdir Barranco (PT) e ele próprio.
Os parlamentares do MDB – Janaina Riva, Dr João, Thiago Silva e Juca do Guaraná Filho – fecharam um bloco partidário.
Também foi formado o Bloco Direita Democrática, liderado por Elizeu Nascimento (PL) e composto pelos deputados Claudio Ferreira (PTB), Faissal Calil (Cidadania) e Gilberto Cattani (PL).
Via: Estadão Mato Grosso
Fonte: https://www.estadaomatogrosso.com.br/politica/base-do-governo-quer-julio-campos-na-presidencia-da-ccjr/69059
O deputado estadual Júlio Campos (UNIÃO) comemorou os 50 anos de carreira política, nesta quinta-feira (2), durante a primeira sessão da nova Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em sua história, Júlio já passou pela Prefeitura de Várzea Grande, Senado Federal, Câmara Federal e Governo de Mato Grosso. Durante discurso no plenário, o parlamentar afirmou que o legislativo estadual era seu grande sonho e também o espaço que faltava ocupar.
Recém formado em Engenharia Agrônoma, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Júlio Campos ocupou o primeiro cargo público em 1972, quando se elegeu pelo então Partido Arena a prefeito de Várzea Grande. Ao relembrar o fato, o parlamentar afirmou que não nega sua origem, mesmo tendo se filiado ao partido que deu sustentação à Ditadura Militar, instituída a partir de um golpe em 1964.
“Me elegi prefeito de Várzea Grande pela Arena, em 1972, não nego a minha origem. Transformamos a cidade de um dormitório de Cuiabá em uma capital industrial. Fui a Santa Catarina e consegui trazer a Sadia e hoje a Marfrig, que tem 3.200 empregados. E então começou a política de reurbanização de Várzea Grande”, relembrou.
Segundo Campos, mesmo se elegendo chefe do executivo municipal, seu grande sonho era ocupar a vaga de deputado estadual, dois anos antes de disputar e vencer as Eleições Municipais. Apesar da vontade, seu sonho foi adiado após um pedido do seu próprio pai, que tentava viabilizar a candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Vicente Vuolo, ao cargo no legislativo estadual.
“O meu sonho era ser deputado estadual, o primeiro convite que tive foi do então deputado Federal, Emanuel Pinheiro da Silva Primo, que era presidente desta Casa, e que tinha pretensão de ser deputado federal. Lamentavelmente o destino não quis que eu fosse candidato, porque o então ex-prefeito de Cuiabá, saudoso senador Vicente Emílio Vuolo estava sem mandato”, disse Júlio.
Já em 1978, Campos se elegeu deputado Federal para representar a primeira bancada do estado após a divisão, feita em 1977. Durante seu discurso, o parlamentar reforçou a votação expressiva que conquistou na época.
“A primeira bancada federal de Mato Grosso, liderando a votação, com 40 mil votos dos 210 mil votantes. Ninguém nunca superou os 21% que o Júlio Campos teve em 78 para deputado federal”, declarou.
Quatro anos depois, durante a redemocratização do país, Júlio também conseguiu se eleger como o primeiro governador eleito pelo voto popular. No discurso, Campos defendeu que foi durante sua gestão que o estado passou a se tornar uma referência na agricultura.
“Fui eleito disputando uma eleição contra um padre, uma eleição dificílima, dramática, mas ganhei. Transformamos Mato Grosso no estado do agronegócio. Fui buscar os gaúchos, paranaenses, os paulistas, os brasileiros para vir ocupar o espaço vazio de Mato Grosso”, compartilhou.
No currículo, Júlio conta ainda com sua eleição para representar o estado durante a Assembleia Nacional Constituinte, em 1987. Já em 1991, Júlio e seu irmão Jayme Campos se elegeram senadores. Em 2008 o parlamentar chegou a disputar a prefeitura de Várzea Grande novamente, mas perdeu para Murilo Domingos.
Em 2010, Júlio retornou à Câmara Federal, mas não chegou a tentar reeleição por conta de uma cirrose hepática que comprometeu sua saúde. Após um transplante, Campos retornou a vida política e em 2022 disputou e foi eleito deputado estadual.
“Muitos não acreditavam que voltaria vivo, porque é uma coisa muito grave, mas Deus quis que eu continuasse vivo e estou aqui hoje, agora eleito colega de vocês. Agradeço a oportunidade e conte comigo, serei um deputado eficiente, cumpridor de horário”, finalizou o discurso.
Via: Olhar Direto
Fonte: https://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?id=514089¬icia=julio-comemora-50-anos-de-carreira-politica-em-sessao-da-al-meu-sonho-era-ser-deputado-estadual&edicao=3
Passada a posse, os deputados estaduais iniciaram as articulações visando a composição das comissões permanentes da Casa. Ao todo, são 14 grupos que ajudarão os parlamentares a discutir e debater os assuntos da Casa de Leis. Dentre elas está a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), que é considerada a principal. Pelo menos, 4 parlamentares já manifestaram desejo de participar. As conversas devem se intensificar na próxima semana.
Conforme apurado pelo jornal A Gazeta, Júlio Campos (União), Thiago Silva (MDB), Diego Guimarães (Republicanos) e Sebastião Rezende (União) são nomes interessados na CCJR. A comissão na legislatura passada era presidida pelo líder do governo na Assembleia Legislativa (ALMT), Dilmar Dal Bosco (União).
Entretano, os deputados aprovaram lei que veta ao parlamentar – líder do governo – de exercer concomitantemente exercer a presidência de qualquer das comissões. Como Dilmar foi reconduzido à função, ele não poderá presidir novamente a CCJR.
Para definir os nomes e ocupar as principais funções nas comissões, os deputados estão se organizando em blocos na Casa.
Na nova legislatura, três blocos já foram anunciados: Experiência e Trabalho, formado por PT-PSD-Republicanos, Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Direita Democrática (Cidadania-PL-PTB) respectivamente sob a liderança de Wilson Santos (PSD), Janaína Riva (MDB) e Elizeu Nascimento (PL).
Cada bloco, indicará um nome à comissão. Os outros serão compostos por indicações dos líderes partidários. Diante disso, o União Brasil, MDB e PSB, que são as agremiações com mais representatividade na Casa, devem predominar. As informações de bastidores apontam que Júlio desponta para presidir a CCJR.
No meu bloco, que é do MDB, eu já manifestei desejo de participar da CCJR. Parece que o ex-governador Júlio Campos quer ser o presidente e ele, inclusive, já me ligou pedindo apoio. Vamos aguardar as conversas, mas, devido à experiência dele, a tendência é que eu o apoie, disse Thiago Silva à reportagem.
Outras comissões
Além da CCJR, existem a comissão de Defesa Consumidor, de Relações Internacionais, de Trabalho, Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, de Direitos Humanos, de Educação, de Saúde, Segurança Pública, de Agropecuária, de Indústria, de Infraestrutura, Meio Ambiente e Revisão Territorial.
Via: Gazeta Digital
Fonte: https://www.gazetadigital.com.br/editorias/politica-de-mt/comisso-de-constituio-e-justia-a-mais-disputada-na-al/722466






