O comitê de campanha de Júlio Campos em Várzea Grande ficou pequeno para a energia contagiante de mais de mil carros que passaram pelo adesivaço para sua reeleição. Foi um verdadeiro encontro de gerações, reunindo desde a juventude, que quer ver o estado avançar, até lideranças históricas e políticos aliados.
O evento contou com presenças de peso, como o senador Jayme Campos e os deputados Janaina Riva e Emanuelzinho.
“Júlio Campos é uma liderança que faz a diferença na Assembleia Legislativa. Ele tem bagagem como prefeito, governador e senador. É um nome de peso que tem muito trabalho e ideias novas para dar para Mato Grosso”, destacou a deputada Janaina Riva.
A força de Júlio Campos vem dos resultados reais. João Campos, primeiro suplente do União Brasil na Câmara Municipal de Várzea Grande, mandou o recado: “O voto aqui é por gratidão e pelo que foi feito de verdade. São avenidas, hospitais e postos de saúde construídos. É uma história que se transforma em futuro!”
A comunidade também marcou presença em peso, lembrando com carinho dos bairros criados por Júlio quando ele governou. A técnica de ensino Ruth Almeida, moradora do Cristo Rei, desabafou. “A gente lembra do cuidado que a gestão dos Campos tinha com o nosso município, onde a merenda era garantida e os direitos dos trabalhadores eram respeitados”, afirmou.
O pintor Janio Gomes, que acompanha a trajetória de Júlio Campos desde os anos 1980, completou com orgulho: “Ele é um trabalhador incansável, conhece cada canto de Várzea Grande e foi o melhor governador da nossa história!”


História, Realização e Respeito
A força de Júlio Campos também vem do seu carinho com as pessoas. Esse respeito humano e a proximidade com o eleitor são marcas registradas.
A servidora pública Meire da Silva fez questão de demonstrar seu apoio: “Vim eleger o meu Deputado Estadual Júlio Campos! Acompanho essa família há mais de vinte anos. O Júlio é um homem que respeita a todos. Onde ele nos encontra, nos chama pelo nome! Isso quase não existe mais hoje em dia. Ele ainda tem muito a contribuir”.
Quem também veio de longe para colar junto foi o motorista Adilson Benedito, que saiu do sítio direto para o adesivaço. “Há muito tempo acompanho os Campos, sou eleitor assíduo. Vale a pena votar no Júlio porque ele faz muito por Várzea Grande. Sem ele não tínhamos tantos postos de saúde, e o Jayme ainda fez o Pronto Socorro da cidade”, relembrou.
O grande adesivaço do Júlio Campos também movimentou as ruas de Diamantino e de toda a área metropolitana de Cuiabá.
Serviço:
- O quê: Grande Adesivaço de Campanha do Deputado Júlio Campos
- Quando: Sábado, 22 de agosto, a partir das 9 horas
- Onde: Rua Manoel de Paula, 504 (ao lado do Instituto Jaiminho), Bairro Ipase – Várzea Grande (MT)
Nesta quarta-feira (19/8), durante Sessão Ordinária na Assembleia Legislativa, o deputado Júlio Campos propôs a integração da caminhada religiosa “Tributo & Gratidão à N. Sra. Aparecida”, realizada em Tangará da Serra, ao Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso.
“Esse evento acontece há quase uma década e, além de ser um ato de fé dedicado a Nossa Senhora Aparecida, reúne inúmeros romeiros e turistas na região de Tangará da Serra. Precisamos valorizar essas manifestações culturais e garantir a sua continuidade”, afirmou o parlamentar em plenário.
A peregrinação ocorre desde 2020, quando foi organizado o 1º Tributo e Gratidão à Nossa Senhora, nos moldes da atual caminhada, que se consolidou como um dos eventos de turismo religioso mais importantes do estado. A primeira edição contou com cerca de 440 devotos, que seguiram em romaria de Tangará da Serra até a Pedra da Santa, cumprindo um percurso noturno de 40 quilômetros com duração de 10 a 12 horas.
A primeira missa do evento foi concelebrada por sete sacerdotes e contou com o apoio da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, especialmente dos freis Luciano Souza Santos e Alceu Boniatti, além de religiosos vindos de outras cidades e das irmãs Discípulas do Divino Pastor, de Diamantino.
Ao longo dos anos, a peregrinação ganhou novos formatos e cresceu. O destino final foi batizado como Santuário de Maria e, em 2024, recebeu a construção de seis capelas para acolher os fiéis.as vindas de 86 municípios. O trajeto totalizador estende-se por rodovias da região, conectando a fé dos peregrinos que partem de Tangará da Serra rumo ao distrito de Deciolândia.
A proposta do deputado Júlio Campos também pede que o evento seja declarado como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Mato Grosso, com sua devida inclusão dentre os destinos turísticos religiosos do Estado e no Calendário Oficial de Eventos do Estado de Mato Grosso, e dá outras providências.
Compromisso com a fé
O deputado Júlio Campos tem compromisso com todas as crenças e com o Estado laico, mas se autodeclara cristão praticante. “Sou um defensor da prática religiosa, independente de todas as bandeiras. É muito importante que a sociedade valorize suas tradições regionais”, afirma o parlamentar.

Nesta semana, Júlio Campos também recebeu em seu gabinete, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a visita da Bandeira de Nossa Senhora do Bom Despacho, vinda da Comunidade do Poço, em Santo Antônio de Leverger.
Durante a primeira sessão ordinária após o retorno do recesso legislativo de agosto, nesta quarta-feira (12/8), o deputado Júlio Campos reafirmou o seu compromisso com a Baixada Cuiabana e fez uma indicação para a recuperação do asfaltamento em Várzea Grande.
“É uma calamidade a situação das ruas de Várzea Grande. Venho a esta tribuna fazer uma indicação à prefeita Flávia Moretti, para que esta faça uma operação tapa-buracos no município. Bairros como Jardim Paula I e II e o Costa Verde estão intransitáveis, os motoristas estão sofrendo e muitas vidas também ficam em risco com tantos buracos”, afirmou o parlamentar na tribuna.
Varzeagrandense de nascimento e ex-prefeito do município, Júlio Campos tem uma atuação legislativa voltada para a defesa da Baixada Cuiabana.
“Sei da importância da cidade para o estado e, desde o primeiro ano de meu mandato no legislativo estadual, busquei direcionar minhas emendas para apoiar Várzea Grande. Em 2026, destinei mais de 10% do montante total apenas para este município, com foco principalmente na área da saúde, pois, além de ser o segundo maior conglomerado urbano de Mato Grosso, Várzea Grande é a que mais arrecada ICMS para o estado. Mas, infelizmente, o retorno de repasses não tem ocorrido nas devidas proporções que o município precisa”, reforça o parlamentar.
Fim de boatos
Durante sua fala, o deputado também reafirmou o seu compromisso com a reeleição ao legislativo estadual e fez uma retrospectiva de sua trajetória política, reforçando a coerência de sua atuação na mesma legenda de centro-direita.
“Sei que existem muitos boatos de pessoas que querem se beneficiar dessa informação, mas quero aproveitar para dizer que Júlio Campos é candidato sim a reeleição em 2027. Eu tive o privilégio de me filiar, aos 19 anos, na antiga Arena, a Aliança Renovadora Nacional. Minha ficha de filiação foi abonada pelo então governador Pedro Pedrossian, com apoio do senador Filinto Müller e de Fernando Corrêa da Costa. Depois, me filiei ao PDS, o partido que me elegeu governador, deputado federal constituinte e senador e segui no mesmo partido, que hoje é o União Progressista. Apesar de tudo que aconteceu na convenção e da lamentável Operação da Polícia Federal. Vamos aguardar que a Justiça seja feita. Nada disso afeta minha trajetória e me diz respeito, e sigo na minha luta e compromisso com o legislativo estadual.”, concluiu Júlio Campos.
Sancionada em 27 de julho de 2026, a Lei nº 13.510, de autoria do deputado estadual Júlio Campos, oficializa a centenária Festa de São Francisco de Assis, em Chapada dos Guimarães, como Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial do Estado de Mato Grosso, celebrando mais de 110 anos de devoção religiosa e união comunitária.
A nova legislação integra o trabalho do parlamentar para valorizar a identidade mato-grossense e incentivar a continuidade das tradições locais.
“Sem cultura, ficamos sem identidade. Nossas tradições religiosas vão além de expressões de fé; elas representam a alma do povo mato-grossense e o momento no qual manifestações como o cururu, o siriri e as cavalgadas e tantas outras são transmitidas entre gerações. É por isso que um dos meus legados como deputado estadual será deixar uma série de leis para proteger esse rico patrimônio cultural”, explica Júlio Campos.
Esta é a sexta lei proposta pelo deputado e sancionada em prol da salvaguarda da memória regional. Além de blindar a história local com a Lei nº 12.179/2023, que proíbe a alteração de nomes de bens públicos já concedidos como homenagem, o parlamentar promoveu o reconhecimento de grandes manifestações do estado. Sob sua autoria, também foram oficializadas como Patrimônio Cultural Imaterial de Mato Grosso a tradicional Festa da Cavalhada de Poconé (Lei nº 12.319/2023), as celebrações da Festa de Nossa Senhora da Guia em Várzea Grande (Lei nº 12.499/2024), a histórica Festança de Vila Bela da Santíssima Trindade (Lei nº 12.657/2024) e a consagrada Corrida de Reis (Lei nº 13.127/2025).
Com o novo texto legal, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso consolida no calendário oficial um dos eventos mais tradicionais da região.
Mais de um século de devoção

Celebrada há mais de cem anos, sempre no início de outubro, na comunidade da Ponte Alta, em Chapada dos Guimarães, a Festa de São Francisco possui raízes profundas na identidade cultural e religiosa dos chapadenses. A edição recente (2025) marcou a impressionante marca de mais de 111 anos de realização contínua, unindo gerações de fiéis, visitantes e moradores locais em torno de rituais de fé, cultura popular e confraternização.
A partir da sanção, o Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), passa a contar com o respaldo legal para adotar medidas de incentivo, preservação e apoio institucional voltadas à perpetuação e divulgação desta manifestação secular.
O reconhecimento reforça o compromisso do mandato do deputado Júlio Campos com as tradições do interior mato-grossense, garantindo que o legado histórico de Chapada dos Guimarães seja valorizado e transmitido às futuras gerações com o devido destaque estadual.
“A cultura é uma das maiores riquezas dos mato-grossenses e pode virar fonte de renda, profissão e enriquecer o nosso turismo. Um exemplo é o grupo Flor Ribeirinha, que ganhou pela quinta vez o campeonato internacional de folclore na Turquia. Eles serão sempre um grande incentivo para os jovens conhecerem e se apaixonarem pelo nosso siriri”, afirma Júlio Campos.
Festival de Cultura Popular

Além de legislar, o deputado Júlio Campos também destinou emendas parlamentares no valor de R$ 1,7 milhão para a realização do Festival Estadual de Cultura Popular de Mato Grosso.
O evento terá quatro dias de programação, com apresentações de artistas regionais, grupos folclóricos, feira de economia criativa e exposição de artes visuais. A expectativa informada no projeto é receber entre 6 mil e 10 mil pessoas.
“Há políticos que preferem destinar milhões para um artista de fora do estado vir aqui se apresentar. Mas para mim, temos que olhar também para os artistas regionais e apoiar essas manifestações tão importantes para a identidade mato-grossense. Além de uma grande festa, esse evento será uma forma de impulsionar o artesanato, a culinária regional e a gerar renda”, finaliza o parlamentar.
Legislação de autoria do deputado estadual Júlio Campos cria política para estabelecer zonas de contenção e vigilância em casos de suspeita ou confirmação de gripe aviária em Mato Grosso. A Lei nº 13.236 de 2026, sancionada pelo governo estadual, institui o Programa Estadual de Resposta Rápida à Gripe Aviária no Estado de Mato Grosso.
O deputado é autor de outras 36 leis estaduais e de um Projeto de Lei Complementar. Ele possui 1.698 proposições em tramitação, incluindo 176 projetos de lei, 29 projetos de resolução sobre pedidos diretos ao Executivo e 865 indicações em seu primeiro mandato no legislativo mato-grossense.
A nova legislação tem como objetivo conter os recentes casos da doença registrados em Mato Grosso. Em dezembro de 2025, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou o primeiro caso de gripe aviária em aves domésticas de subsistência em uma propriedade localizada em Cuiabá. Em 2026, foi constatado um novo foco em Acorizal. Ambas as áreas de contaminação estão fora da região de produção avícola industrial.
A doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos. Sua transmissão depende do contato direto com aves doentes ou com suas fezes, saliva e secreções respiratórias.
“Mato Grosso é um dos maiores produtores comerciais de aves. Precisamos criar mecanismos para proteger a saúde da população e dos negócios associados a essa atividade, que podem estar ameaçados pela gripe aviária”, afirmou o deputado Júlio Campos.
O estado produz mais de 53 milhões de aves comerciais (galináceos), segundo dados oficiais do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), que apontam que o setor está concentrado em 61 municípios e reúne 342 estabelecimentos rurais focados na atividade.

A nova legislação, além de criar mecanismos de prevenção à doença, garante a destinação de recursos emergenciais do Fundo Estadual de Sanidade Animal (ou instrumento equivalente) para ações de contenção; promove campanhas educativas para produtores, trabalhadores rurais e a população em geral; e cria uma central de monitoramento integrada ao Sistema Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias (Sisbravet).
Também fica determinado que o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) deve realizar barreiras sanitárias móveis ou fixas, com mecanismos de descontaminação de veículos, equipamentos e cargas oriundas de regiões com ocorrência de gripe aviária, conforme critérios de risco definidos pela autoridade sanitária estadual.
A Gripe Aviária
As aves são hospedeiros naturais da influenza aviária, principalmente as aquáticas selvagens, como gansos, pelicanos e garças. Em suas migrações, esses animais contraem e espalham o vírus. O patógeno é excretado por aerossóis respiratórios, muco e fezes da ave infectada e, por isso, aves domésticas, como galinhas, perus e galinhas-d’angola, podem se infectar se houver contato.
A influenza aviária é conhecida mundialmente como Influenza A Viruses (pela sigla IAV). Trata-se de um tipo de gripe zoonótica (animal) que afeta sobretudo aves selvagens e domésticas, tendo como agente responsável um ortomixovírus.
A doença também pode contaminar humanos, embora existam poucos casos relatados no mundo e nenhum no Brasil. O H5N1 é um dos vários vírus da gripe que causam uma doença respiratória altamente infecciosa em aves. Infecções em mamíferos, incluindo humanos, também foram documentadas. A infecção pelo vírus da gripe H5N1 pode causar uma série de enfermidades em seres humanos, de leves a graves, e, em alguns casos, pode até ser fatal.
Segundo o Instituto Butantan, o vírus Influenza A/H5 está em constante evolução e tem potencial de se tornar transmissível de pessoa para pessoa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o controle da gripe aviária como uma prioridade mundial.
O deputado Júlio Campos lançou durante os festejos de São Benedito, que aconteceram durante este mês de julho, uma campanha em prol da arrecadação de fundos para a reforma da Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, a mais tradicional e antiga de Cuiabá.
“É o nosso mais importante patrimônio cultural e religioso. A igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito faz parte da identidade do povo cuiabano, precisamos lutar para que ela seja reaberta e restaurada o quanto antes”, defende o parlamentar.


O deputado irá nos próximos meses solicitar que os parlamentares da Assembleia Legislativa destinem emendas de forma conjunta em prol do projeto de reforma encabeçado pelo padre Pedro Canísio.
As emendas poderão ser empenhadas e pagas ainda no ano de 2026, passado o período eleitoral.
A igreja está fechada há quase quatro anos, com pisos deteriorados, problemas no telhado e no sistema de refrigeração. O local não tem condições de receber fiéis e sua tradicional missa tem acontecido no pátio, em eventos como a Festa de São Benedito, ou na Capela de São Benedito, em dias de semana.
A reforma já foi autorizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) (Iphan), mas ainda não há o recurso de cerca de R$ 9 milhões.
A igreja foi interditada pela Defesa Civil em 2022, por questões de segurança relacionadas ao piso que está cedendo e ao telhado que segue muito danificado. O projeto foi autorizado pelo Iphan e prevê a manutenção dos reparos para que a igreja não se degrade novamente.
Segundo o padre Pedro a nova reforma prevê a manutenção do que for restaurado, evitando que o prédio se degrade novamente.
A igreja
A igreja é um dos marcos de fundação da cidade de Cuiabá, tendo sido construída em arquitetura de terra em torno de 1730, próximo às águas do córrego da Prainha, em cujas águas o bandeirante Miguel Sutil descobriu as minas de ouro que impulsionariam a colonização da região.
Com fachada típica da arquitetura colonial brasileira, a igreja conta com decoração barroca–rococó nos altares do interior, com rica talha dourada e prateada, única com esses detalhes no país. Construída inicialmente com a técnica da taipa de pilão, passou por várias reformas, incluindo uma que transformou sua fachada em neogótica, entre as décadas de 1920 e 1980, quando foi reformada e a arquitetura colonial resgatada.
A igreja foi tombada em 1975 como Patrimônio Cultural Nacional pelo IPHAN, em 1987 pela Fundação Cultural de Mato Grosso e incluída no perímetro tombado do Centro Histórico de Cuiabá em 1993. O local é palco da Festa de São Benedito, a mais longa comemoração religiosa do estado.
O deputado Júlio Campos foi um dos homenageados no aniversário de três décadas do Grande Templo de Cuiabá. A honraria foi entregue pelo pastor Silas Rodrigues de Souza, líder da Assembleia de Deus em Mato Grosso, em uma cerimônia no Grande Templo, neste sábado, 18/7.
“Participei com muita alegria da celebração dos 30 anos do Grande Templo da Assembleia de Deus de Cuiabá, uma data que marca a fé, a história e o compromisso desta igreja com o povo mato-grossense. Como governador, em 1984, tive a honra de viabilizar a doação da área onde hoje está construído este grande templo, um marco de fé para milhares de famílias”, afirmou o parlamentar.

O Grande Templo da Assembleia de Deus está localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça. Sua construção foi liderada pelo falecido pastor Sebastião Rodrigues de Souza e contou também com a aquisição de diversas áreas pela própria Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus do Estado de Mato Grosso (Comademat).
Situado no centro da cidade, o local é o maior templo religioso da América Latina, com capacidade para 35 mil pessoas. Sua construção começou em 1985 e a inauguração ocorreu em 1996, tornando-se um marco importante para a igreja no estado.
“Reafirmo meu compromisso de continuar trabalhando em defesa dos valores cristãos e ao lado da Assembleia de Deus e de todas as igrejas que promovem o bem e fortalecem a nossa sociedade. Que Deus continue abençoando Mato Grosso e todos os irmãos da Assembleia de Deus”, afirmou Júlio Campos durante o evento. A solenidade contou com a presença do ex-governador Mauro Mendes e de sua esposa, Virgínia Mendes, além do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, e de outros parlamentares estaduais.
A doação do terreno, autorizada no governo de Júlio Campos, foi executada pela Lei nº 4.843, de 10 de maio de 1985. De acordo com o texto legal, a área doada à igreja possui 30 mil metros quadrados.
Fotos: Edson Rodrigues/Assessoria
Na sessão desta quarta-feira (15/7), o deputado Júlio Campos propôs que Diamantino, a 182 quilômetros de Cuiabá, seja elevada a capital simbólica de Mato Grosso em 2028. O projeto de lei apresentado por Júlio Campos pede que o município seja declarado capital durante as comemorações do Tricentenário de sua fundação, entre 18 e 24 de setembro de 2028.
“Durante o mês de março, Vila Bela da Santíssima Trindade, por conta de seu aniversário e importância histórica, se torna capital simbólica do Estado. Acredito ser importante, dada a relevância histórica, que Diamantino receba esse reconhecimento”, afirmou o deputado Júlio Campos.
Diamantino tem passado por um intenso processo de revitalização de seu Centro Histórico pelo governo municipal, através dos profissionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A proposta do deputado Júlio Campos também reconhece as comemorações do Tricentenário de Diamantino como Patrimônio Cultural, Histórico e Cívico de Interesse Estadual, em razão de sua relevância para a formação histórica, política, econômica, social e cultural de Mato Grosso.
O município foi rota da linha telegráfica instalada pelo Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon e recebeu expedições do Barão Langsdorff, de Castelnau, Bartolomeu Bossi e Theodore Roosevelt.
O Projeto de Lei teve origem a partir de um pedido da Câmara Municipal de Diamantino.
Fundado em 18 de setembro de 1728, Diamantino já foi conhecido como “Arraial do Ouro” e figura entre os municípios mais antigos de Mato Grosso e do Centro-Oeste brasileiro. Sua história confunde-se com a própria ocupação do território mato-grossense, tendo desempenhado papel relevante na expansão das fronteiras, na consolidação das instituições públicas e no desenvolvimento econômico do Estado.
A cidade viveu seu apogeu entre o século XVIII e a primeira metade do século XIX, atraindo expedições de cientistas, comerciantes e milhares de migrantes. Diamantino tem posição geográfica singular, servindo como o divisor natural de águas entre duas das maiores bacias hidrográficas da América do Sul: a Amazônica e a Platina.
Hoje o município se consolida como importante referência regional, destacando-se atualmente pelo agronegócio, agricultura familiar e pecuária.
O município ainda conserva heranças vivas do período colonial, como o casario e os casarões do Centro Histórico, a histórica Igreja Matriz Imaculada Conceição, erguida originalmente em 1820, e a Serra Calçada, antiga via de pedra por onde escoavam os impostos da Coroa Portuguesa (o “quinto”), conhecida como Estrada Real e que vem sendo consolidada como uma importante rota turística na região.
Revisão territorial
O deputado também se pronunciou sobre a visita técnica à região de Poxoréu e Primavera do Leste na próxima quinta-feira (16). A agenda de inspeção foi um dos resultados da reunião da Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que aconteceu nesta terça-feira (14). A visita técnica à região de Poxoréu e Primavera do Leste foi realizada para analisar o pedido de revisão dos limites utilizados no Estudo de Viabilidade Municipal e esclarecer dúvidas da população sobre a proposta de desmembramento de parte da área de Poxoréu para Primavera do Leste.
A decisão sobre a incorporação também dependerá de plebiscito único entre os eleitores dos dois municípios, previsto para ocorrer nas eleições gerais de 2026.
Foto: Edson Rodrigues/Assessoria









