O comitê de campanha de Júlio Campos em Várzea Grande ficou pequeno para a energia contagiante de mais de mil carros que passaram pelo adesivaço para sua reeleição. Foi um verdadeiro encontro de gerações, reunindo desde a juventude, que quer ver o estado avançar, até lideranças históricas e políticos aliados.
O evento contou com presenças de peso, como o senador Jayme Campos e os deputados Janaina Riva e Emanuelzinho.
“Júlio Campos é uma liderança que faz a diferença na Assembleia Legislativa. Ele tem bagagem como prefeito, governador e senador. É um nome de peso que tem muito trabalho e ideias novas para dar para Mato Grosso”, destacou a deputada Janaina Riva.
A força de Júlio Campos vem dos resultados reais. João Campos, primeiro suplente do União Brasil na Câmara Municipal de Várzea Grande, mandou o recado: “O voto aqui é por gratidão e pelo que foi feito de verdade. São avenidas, hospitais e postos de saúde construídos. É uma história que se transforma em futuro!”
A comunidade também marcou presença em peso, lembrando com carinho dos bairros criados por Júlio quando ele governou. A técnica de ensino Ruth Almeida, moradora do Cristo Rei, desabafou. “A gente lembra do cuidado que a gestão dos Campos tinha com o nosso município, onde a merenda era garantida e os direitos dos trabalhadores eram respeitados”, afirmou.
O pintor Janio Gomes, que acompanha a trajetória de Júlio Campos desde os anos 1980, completou com orgulho: “Ele é um trabalhador incansável, conhece cada canto de Várzea Grande e foi o melhor governador da nossa história!”


História, Realização e Respeito
A força de Júlio Campos também vem do seu carinho com as pessoas. Esse respeito humano e a proximidade com o eleitor são marcas registradas.
A servidora pública Meire da Silva fez questão de demonstrar seu apoio: “Vim eleger o meu Deputado Estadual Júlio Campos! Acompanho essa família há mais de vinte anos. O Júlio é um homem que respeita a todos. Onde ele nos encontra, nos chama pelo nome! Isso quase não existe mais hoje em dia. Ele ainda tem muito a contribuir”.
Quem também veio de longe para colar junto foi o motorista Adilson Benedito, que saiu do sítio direto para o adesivaço. “Há muito tempo acompanho os Campos, sou eleitor assíduo. Vale a pena votar no Júlio porque ele faz muito por Várzea Grande. Sem ele não tínhamos tantos postos de saúde, e o Jayme ainda fez o Pronto Socorro da cidade”, relembrou.
O grande adesivaço do Júlio Campos também movimentou as ruas de Diamantino e de toda a área metropolitana de Cuiabá.
Durante a primeira sessão ordinária após o retorno do recesso legislativo de agosto, nesta quarta-feira (12/8), o deputado Júlio Campos reafirmou o seu compromisso com a Baixada Cuiabana e fez uma indicação para a recuperação do asfaltamento em Várzea Grande.
“É uma calamidade a situação das ruas de Várzea Grande. Venho a esta tribuna fazer uma indicação à prefeita Flávia Moretti, para que esta faça uma operação tapa-buracos no município. Bairros como Jardim Paula I e II e o Costa Verde estão intransitáveis, os motoristas estão sofrendo e muitas vidas também ficam em risco com tantos buracos”, afirmou o parlamentar na tribuna.
Varzeagrandense de nascimento e ex-prefeito do município, Júlio Campos tem uma atuação legislativa voltada para a defesa da Baixada Cuiabana.
“Sei da importância da cidade para o estado e, desde o primeiro ano de meu mandato no legislativo estadual, busquei direcionar minhas emendas para apoiar Várzea Grande. Em 2026, destinei mais de 10% do montante total apenas para este município, com foco principalmente na área da saúde, pois, além de ser o segundo maior conglomerado urbano de Mato Grosso, Várzea Grande é a que mais arrecada ICMS para o estado. Mas, infelizmente, o retorno de repasses não tem ocorrido nas devidas proporções que o município precisa”, reforça o parlamentar.
Fim de boatos
Durante sua fala, o deputado também reafirmou o seu compromisso com a reeleição ao legislativo estadual e fez uma retrospectiva de sua trajetória política, reforçando a coerência de sua atuação na mesma legenda de centro-direita.
“Sei que existem muitos boatos de pessoas que querem se beneficiar dessa informação, mas quero aproveitar para dizer que Júlio Campos é candidato sim a reeleição em 2027. Eu tive o privilégio de me filiar, aos 19 anos, na antiga Arena, a Aliança Renovadora Nacional. Minha ficha de filiação foi abonada pelo então governador Pedro Pedrossian, com apoio do senador Filinto Müller e de Fernando Corrêa da Costa. Depois, me filiei ao PDS, o partido que me elegeu governador, deputado federal constituinte e senador e segui no mesmo partido, que hoje é o União Progressista. Apesar de tudo que aconteceu na convenção e da lamentável Operação da Polícia Federal. Vamos aguardar que a Justiça seja feita. Nada disso afeta minha trajetória e me diz respeito, e sigo na minha luta e compromisso com o legislativo estadual.”, concluiu Júlio Campos.
Sancionada em 27 de julho de 2026, a Lei nº 13.510, de autoria do deputado estadual Júlio Campos, oficializa a centenária Festa de São Francisco de Assis, em Chapada dos Guimarães, como Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial do Estado de Mato Grosso, celebrando mais de 110 anos de devoção religiosa e união comunitária.
A nova legislação integra o trabalho do parlamentar para valorizar a identidade mato-grossense e incentivar a continuidade das tradições locais.
“Sem cultura, ficamos sem identidade. Nossas tradições religiosas vão além de expressões de fé; elas representam a alma do povo mato-grossense e o momento no qual manifestações como o cururu, o siriri e as cavalgadas e tantas outras são transmitidas entre gerações. É por isso que um dos meus legados como deputado estadual será deixar uma série de leis para proteger esse rico patrimônio cultural”, explica Júlio Campos.
Esta é a sexta lei proposta pelo deputado e sancionada em prol da salvaguarda da memória regional. Além de blindar a história local com a Lei nº 12.179/2023, que proíbe a alteração de nomes de bens públicos já concedidos como homenagem, o parlamentar promoveu o reconhecimento de grandes manifestações do estado. Sob sua autoria, também foram oficializadas como Patrimônio Cultural Imaterial de Mato Grosso a tradicional Festa da Cavalhada de Poconé (Lei nº 12.319/2023), as celebrações da Festa de Nossa Senhora da Guia em Várzea Grande (Lei nº 12.499/2024), a histórica Festança de Vila Bela da Santíssima Trindade (Lei nº 12.657/2024) e a consagrada Corrida de Reis (Lei nº 13.127/2025).
Com o novo texto legal, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso consolida no calendário oficial um dos eventos mais tradicionais da região.
Mais de um século de devoção

Celebrada há mais de cem anos, sempre no início de outubro, na comunidade da Ponte Alta, em Chapada dos Guimarães, a Festa de São Francisco possui raízes profundas na identidade cultural e religiosa dos chapadenses. A edição recente (2025) marcou a impressionante marca de mais de 111 anos de realização contínua, unindo gerações de fiéis, visitantes e moradores locais em torno de rituais de fé, cultura popular e confraternização.
A partir da sanção, o Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), passa a contar com o respaldo legal para adotar medidas de incentivo, preservação e apoio institucional voltadas à perpetuação e divulgação desta manifestação secular.
O reconhecimento reforça o compromisso do mandato do deputado Júlio Campos com as tradições do interior mato-grossense, garantindo que o legado histórico de Chapada dos Guimarães seja valorizado e transmitido às futuras gerações com o devido destaque estadual.
“A cultura é uma das maiores riquezas dos mato-grossenses e pode virar fonte de renda, profissão e enriquecer o nosso turismo. Um exemplo é o grupo Flor Ribeirinha, que ganhou pela quinta vez o campeonato internacional de folclore na Turquia. Eles serão sempre um grande incentivo para os jovens conhecerem e se apaixonarem pelo nosso siriri”, afirma Júlio Campos.
Festival de Cultura Popular

Além de legislar, o deputado Júlio Campos também destinou emendas parlamentares no valor de R$ 1,7 milhão para a realização do Festival Estadual de Cultura Popular de Mato Grosso.
O evento terá quatro dias de programação, com apresentações de artistas regionais, grupos folclóricos, feira de economia criativa e exposição de artes visuais. A expectativa informada no projeto é receber entre 6 mil e 10 mil pessoas.
“Há políticos que preferem destinar milhões para um artista de fora do estado vir aqui se apresentar. Mas para mim, temos que olhar também para os artistas regionais e apoiar essas manifestações tão importantes para a identidade mato-grossense. Além de uma grande festa, esse evento será uma forma de impulsionar o artesanato, a culinária regional e a gerar renda”, finaliza o parlamentar.
O deputado Júlio Campos lançou durante os festejos de São Benedito, que aconteceram durante este mês de julho, uma campanha em prol da arrecadação de fundos para a reforma da Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, a mais tradicional e antiga de Cuiabá.
“É o nosso mais importante patrimônio cultural e religioso. A igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito faz parte da identidade do povo cuiabano, precisamos lutar para que ela seja reaberta e restaurada o quanto antes”, defende o parlamentar.


O deputado irá nos próximos meses solicitar que os parlamentares da Assembleia Legislativa destinem emendas de forma conjunta em prol do projeto de reforma encabeçado pelo padre Pedro Canísio.
As emendas poderão ser empenhadas e pagas ainda no ano de 2026, passado o período eleitoral.
A igreja está fechada há quase quatro anos, com pisos deteriorados, problemas no telhado e no sistema de refrigeração. O local não tem condições de receber fiéis e sua tradicional missa tem acontecido no pátio, em eventos como a Festa de São Benedito, ou na Capela de São Benedito, em dias de semana.
A reforma já foi autorizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) (Iphan), mas ainda não há o recurso de cerca de R$ 9 milhões.
A igreja foi interditada pela Defesa Civil em 2022, por questões de segurança relacionadas ao piso que está cedendo e ao telhado que segue muito danificado. O projeto foi autorizado pelo Iphan e prevê a manutenção dos reparos para que a igreja não se degrade novamente.
Segundo o padre Pedro a nova reforma prevê a manutenção do que for restaurado, evitando que o prédio se degrade novamente.
A igreja
A igreja é um dos marcos de fundação da cidade de Cuiabá, tendo sido construída em arquitetura de terra em torno de 1730, próximo às águas do córrego da Prainha, em cujas águas o bandeirante Miguel Sutil descobriu as minas de ouro que impulsionariam a colonização da região.
Com fachada típica da arquitetura colonial brasileira, a igreja conta com decoração barroca–rococó nos altares do interior, com rica talha dourada e prateada, única com esses detalhes no país. Construída inicialmente com a técnica da taipa de pilão, passou por várias reformas, incluindo uma que transformou sua fachada em neogótica, entre as décadas de 1920 e 1980, quando foi reformada e a arquitetura colonial resgatada.
A igreja foi tombada em 1975 como Patrimônio Cultural Nacional pelo IPHAN, em 1987 pela Fundação Cultural de Mato Grosso e incluída no perímetro tombado do Centro Histórico de Cuiabá em 1993. O local é palco da Festa de São Benedito, a mais longa comemoração religiosa do estado.
O deputado Júlio Campos presidiu nesta terça-feira (7/7), audiência pública promovida pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para discussão do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO-692/2026) de 2027, apresentado pelo secretário-adjunto de Orçamento da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Ricardo Capistrano.
Para o deputado Júlio Campos, que presidiu a sessão, o governo deve rever a proposta para possibilitar incluir a reivindicação dos servidores públicos estaduais de reajuste relacionado às perdas salariais que já somam mais de 19% dos salários.
“Os servidores estaduais foram os que mais tiveram perdas salariais no país. Mato Grosso há anos está com suas contas em dia, precisamos reajustar a remuneração de quem trabalha em prol do Estado”, afirmou Júlio Campos.
A proposta apresentada à Assembleia Legislativa pelo representante do governo prevê um orçamento de R$ 42,135 bilhões, com concessão da Revisão Geral Anual de 4,2% e proposta de isenção com renúncia fiscal de R$ 13,9 bilhões.

Segundo o estado, a disponibilidade financeira do Estado permanece superior ao montante da dívida consolidada bruta.
Fotos: Edson Rodrigues/Assessoria
Um projeto de Lei proposto pelo Deputado Júlio Campos deve instituir o Programa Estadual de Monitoramento e Redução da Exposição a Agrotóxicos, com a finalidade de prevenir riscos à saúde e ao meio ambiente, promover transparência de dados, proteger populações vulneráveis e incentivar práticas agrícolas de menor risco no Estado de Mato Grosso.
“Estamos usando substâncias que não sabemos como vamos lidar a longo prazo. A população carente é a mais vulnerável, pois para detectar esse tipo de contaminação é muito difícil e geralmente esse dano só aparece quando a pessoa está muito debilitada. Os altos índices de câncer infantojuvenil no estado – campeão nacional desta doença – também devem ser pesados. Precisamos urgentemente proteger a saúde da população de Mato Grosso”, diz o deputado Júlio Campos, autor do PL nº 89/2026, que está no Núcleo Social da Assembleia Legislativa aguardando tramitação.
Mato Grosso é o quarto no ranking do consumo de agrotóxicos no Brasil, respondendo por cerca de 9% a 10% da utilização nacional. O Brasil é o líder absoluto de consumo de agrotóxico no mundo, com alto consumo por hectare (10,9 kg/ha). O país não apenas lidera em volume, mas também apresenta uma das maiores intensidades de toxicidade por área agrícola do mundo. Japão e França também possuem intensidades elevadas, mas o Brasil supera os EUA e a China em kg/ha.
Em 2023, o Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (SISAGUA) identificou que há presença de agrotóxicos, como a Atrazina, nas águas dos municípios de Matupá e Marcelândia, a 717 km e 969 km de Cuiabá. A substância é proibida na União Europeia desde 2004, pois está associada à ocorrência de distúrbios endócrinos. No Brasil, a atrazina segue na lista dos cinco agrotóxicos mais vendidos anualmente.
São objetivos do Programa proposto por Júlio Campos: monitorar a presença de resíduos de agrotóxicos em água, solo, ar e alimentos; mapear áreas e populações em situação de maior risco de exposição; produzir e divulgar dados públicos e periódicos sobre exposição e impactos à saúde; estabelecer diretrizes para a redução progressiva da exposição a produtos de maior toxicidade; promover ações educativas e preventivas voltadas a trabalhadores, produtores rurais e comunidades; e incentivar práticas agrícolas de menor risco ambiental e sanitário.
Serão priorizadas ações de proteção às populações vulneráveis, especialmente crianças e adolescentes; gestantes;trabalhadores rurais; e comunidades localizadas próximas a áreas de aplicação de agrotóxicos.
“Pesquisas da Fiocruz já apontaram contaminação do leite das mães de Mato Grosso em algumas cidades onde o plantio de soja é intenso. Também tivemos acidentes muito ruins com a pulverização de cidades e escolas. Não podemos mais permitir que esse tipo de situação continue acontecendo”, diz Júlio Campos.
No início de abril, o deputado Júlio Campos entregou mais quatro emendas para apoiar a saúde de Mato Grosso. Foram pagos R$300 mil reais para os Fundos Municipais de Saúde de Luciara, Rondonópolis e Porto Estrela, e mais R$1 milhão para a Capital, Cuiabá.
“Minha principal bandeira sempre foi garantir que os mato-grossenses tenham acesso digno à saúde pública. Como idoso e transplantado, sei que ter acesso aos tratamentos médicos de prevenção e secundários é um dos grandes caminhos para dar dignidade às famílias, além de garantir os seus direitos constitucionais. Optei por destinar mais recursos para a Capital e Várzea Grande, pois são esses municípios que acabam recebendo pacientes do interior, tendo seus serviços e hospitais sobrecarregados. Regiões com hospitais de referência também tiveram aportes maiores”, afirma o deputado Júlio Campos.
Para Várzea Grande foram destinados R$1,5 milhão de custeio à saúde. Também foram pagas mais de R$10 milhões em emendas para 29 municípios.
Outros municípios que receberam apoio do deputado por meio de aportes nos seus Fundos Municipais de Saúde são: Itaúba, Nova Ubiratã, Acorizal, Juruena, Paranatinga, Lambari d’Oeste, Água Boa, Colniza, Barão, Diamantino, Guarantã do Norte, Boa Esperança do Norte, Chapada dos Guimarães, Novo Horizonte do Norte, Lambari D´Oeste, Cáceres, Salto do Céu, Denise, Cotriguaçu e São José do Rio Claro. SOS
SOS Samu – Na sessão de terça-feira (7/4) o deputado lamentou em plenário a atitude da secretaria de saúde de Mato Grosso que tirou 56 profissionais habilitados e preparados que tiveram os seus contratos sumariamente encerrados.
Para as emendas de 2026, o deputado reforça que seguirá apoiando os municípios mato-grossenses que exercem papel fundamental no atendimento preventivo e primário da população.
“Sigo cumprindo minha promessa de campanha que é destinar grande parte das emendas que tenho acesso à saúde. Também sigo atento à necessidade de apoiar Cuiabá e o Estado na garantia da continuidade do atendimento oferecido pelo Hospital Santa Casa, minha grande bandeira neste mandato.” afirma o deputado Júlio Campos, que defende apoio à Prefeitura da capital por parte dos 24 deputados estaduais, por meio da doação de 10% de suas emendas parlamentares para auxiliar na compra do hospital, uma entidade secular que tem o seu atendimento ameaçado por dívidas trabalhistas dos antigos gestores.
O deputado Júlio Campos comemorou a iniciativa do governo do estado, divulgada nesta quarta-feira (11/02) em aportar R$25 milhões para salvar o atendimento público e o prédio do Hospital Estadual Santa Casa. Garantir o atendimento de saúde pública da Santa Casa é a principal bandeira do deputado em seu mandato como parlamentar.
“Lutei tanto junto ao governo e a meus colegas parlamentares para que não fosse fechada a Santa Casa. Para que esta continuasse de portas abertas atendendo à população mato-grossense, pois embora tenham inaugurado o Hospital Central, obra iniciada no governo Júlio Campos (1984-86) e finalizada recentemente, com seus 220 novos leitos, os 198 leitos da Santa Casa não podiam ser fechados. E hoje, nesta data histórica, o governador Mauro Mendes junto ao secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, divulgam que irão conceder esse recurso”, afirmou Júlio Campos.
O prédio que abriga a Santa Casa está sendo leiloado pela Justiça do Trabalho para quitar dívidas trabalhistas da instituição, após acumular milhões em débitos trabalhistas com ex-funcionários.
O Tribunal Regional do Trabalho determinou a alienação judicial do imóvel em processo de venda com lance mínimo estabelecido. O imóvel da Santa Casa foi avaliado em R$78,2 milhões, valor que será para quitar dívidas trabalhistas. As primeiras tentativas de venda, no entanto, fracassaram por falta de interessados, e o processo evoluiu para a análise de propostas abaixo do valor de avaliação.

Nos últimos meses, vieram a público ofertas de entidades privadas, incluindo uma proposta em torno de R$ 20 milhões e outra de R$ 40 milhões, ambas ainda sob análise judicial e sem homologação.
A Prefeitura e o Estado têm direito de preferência na compra e com o recurso divulgado pelo governador Mauro Mendes será possível salvar a Santa Casa.
Apoio da Prefeitura
Recentemente uma articulação do deputado Júlio Campos junto ao prefeito Abílio Brunini, garantiu que a prefeitura de Cuiabá aporte também recursos para a Santa Casa. O prefeito divulgou que se tivesse apoio legislativo poderia fazer a prefeitura assumir os serviços da Santa Casa.
Antes da divulgação do apoio concedido pelo governo de Mato Grosso, o deputado Júlio Campos também havia se engajado em uma campanha para garantir que a Assembleia Legislativa aportasse o recurso complementar para apoiar a Prefeitura de Cuiabá com recursos para o Leilão.
“Minha campanha pedia para que todos os 24 parlamentares destinassem cerca de R$1,3 milhão em emendas para salvar o Hospital. Prometi ao senhor Jesus Cristo, que garantir o atendimento público da Santa Casa seria a minha principal bandeira como deputado estadual”, explicou Júlio Campos.
Com a oferta de pagamento único do Governador Mauro Mendes, a Santa Casa seguirá sob administração estadual.

Hospital bicentenário
Garantir o atendimento da Santa Casa é fundamental para a saúde pública em Mato Grosso. Segundo o secretário de Estado Saúde, os serviços oferecidos na unidade, de oncologia e nefrologia, não poderiam ser transferidos para outro local, como o Hospital Central, que era a ideia inicial do Governo Mauro Mendes. A Santa Casa continuará ofertando esses dois serviços e manterá outros, que ainda serão definidos após a aquisição.
A Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá foi fundada por volta do século XVIII-XIX, no Período Colonial. Sua inauguração ocorreu em 8 de dezembro de 1817. O prédio conta com uma arquitetura colonial e foi projetado para abrigar amplas salas de enfermarias. Em meados de 1970, o hospital integrou serviços terceirizados, que hoje formam o complexo da Santa Casa. Sua fachada, por sua importância cultural, foi tombada como Patrimônio Cultural de Mato Grosso em 8 de junho de 1998.
“Independente do aporte do estado eu como deputado estadual vou seguir destinando R$1,3 milhão em emenda para que o hospital Santa Casa siga com o seu atendimento. O patrimônio cultural da Santa Casa vai ser preservado e seus serviços ampliados. Nessa data 11/02 tivemos uma grande vitória e a bandeira da luta pela Santa Casa venceu!”, concluiu o deputado Júlio Campos durante a cerimônia no Palácio Paiaguás.
Júlio Campos foi eleito para a diretoria do Parlamento Amazônico da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). Ele estará ao lado do deputado estadual Afonso Fernandes (Acre), eleito presidente, na diretoria do biênio 2025-2027. A prioridade do grupo é fortalecer a integração entre os estados do bioma e ampliar a atuação conjunta em pautas estruturantes para a Amazônia Legal.
“Precisamos fortalecer o papel constitucional do Legislativo Estadual, que foi engolido pelos Parlamentos Federal e Municipal, para que este retome o seu espaço de poder nas questões-chaves do país. Os estados que integram a Amazônia Legal têm os mesmos desafios e podem se apoiar e propor políticas públicas efetivas para o desenvolvimento sustentável de seus territórios.”, afirmou Júlio Campos.
A eleição da nova Mesa Diretora do Parlamento Amazônico ocorreu no início de dezembro durante a 28ª Conferência Nacional dos Legisladores Estaduais da Unale, realizada em Bento Gonçalves (Rio Grande do Sul).
O Parlamento Amazônico é composto por 251 deputados dos nove estados da Amazônia Legal, região responsável por quase 50% do território brasileiro e que ainda enfrenta os piores índices sociais nacionais. O foco do grupo é discutir temas estratégicos para o desenvolvimento da região e a defesa dos interesses de seus mais de 30 milhões de habitantes.
O deputado Júlio Campos já era membro do Parlamento Amazônico desde o mandato do deputado Laerte Gomes (RO), que se encerrou em dezembro. Período em que pautas regionais chegaram a diferentes instâncias federais.
“Aqui encaminhamos nossas demandas específicas, como questões fundiárias, ambientais, de mineração e o transporte aéreo, em defesa da Amazônia. Um dos novos focos das nossas ações será exigir das companhias aéreas maior integração no tráfego entre os estados Amazônicos. Imagina, para ir de Cuiabá (MT) para Porto Velho (RO) precisamos passar por São Paulo ou Brasília, ao invés de seguirmos direto. Falta maior clareza das companhias para justificar esse tipo de desvio que custa muito aos moradores da Amazônia.”, conclui Júlio Campos.
O grupo tem o compromisso de preservar a floresta, mas também garantir dignidade, desenvolvimento e condições reais para a população viver na região. Com um papel estratégico, o Parlamento será um espaço de diálogo também com o governo federal, para que este compreenda e respeite as especificidades da região.
Fotos: Edson Rodrigues
Legendas: Deputado Júlio Campos no 28º Congresso da Unale, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.












